terça-feira, 9 de julho de 2013

Acontece em Uberlândia: Circuito Grande Otelo marca ocupação do Teatro Municipal.



Em sua primeira edição, o Circuito Grande Otelo vai movimentar a cidade durante este mês com uma série de espetáculos artísticos e culturais, com apresentações no Teatro Municipal de Uberlândia e em outros espaços públicos a serem definidos. O homenageado desta edição é Grande Otelo, filho ilustre de Uberlândia.
 “Essa é uma excelente forma de reabrirmos o Teatro Municipal. O Circuito Grande Otelo vem dar visibilidade à cidade para o turismo cultural, uma vez que agora temos estrutura para incluir Uberlândia nos roteiros culturais nacionais. Esta será a primeira vez que Deborah Colker se apresentará na cidade, e isso tem uma representatividade muito grande. Ela é um expoente da dança contemporânea em todo o mundo”, afirma Cláudia Lima, uma das produtoras do Circuito.
Grandes espetáculos cênicos, sucessos de crítica e público, na maioria das vezes em cartaz somente nos grandes centros, serão apresentados em Uberlândia, estimulando a população ao hábito de ir ao teatro oferecendo uma programação interessante, com atores consagrados e temas que agradam ao público de várias idades. A programação conta ainda com exposições fotográficas e lançamento de livro sobre a história do teatro em Uberlândia.
Espetáculos e oficinas também serão realizados em espaços alternativos, facilitando o acesso, estimulando a movimentação cultural nesses locais e estabelecendo parcerias que além de contribuir com a formação de grandes plateias, vão contribuir para o desenvolvimento cultural de Uberlândia.
A abertura do Circuito será com o espetáculo “Nó”, da Companhia de Dança Deborah Colker. A apresentação da Cia Deborah Colker faz parte da turnê comemorativa aos 20 anos do grupo, que passa por algumas capitais brasileiras, sendo Uberlândia a única cidade do interior a recebê-la. Serão três espetáculos para o público uberlandense. O primeiro deles é “Nó”, nos dias 19 e 20 de julho. Além deste, outros dois espetáculos da Cia Deborah Colker serão apresentados na cidade durante o Circuito, “Velox”, nos dias 22 e 23, e “Tatyana”, em 25 e 26 de julho.
Os ingressos estão à venda nas lojas Provanza desde o dia 6 de julho. 

Deborah Colker 

Deborah Colker cursou Psicologia, foi jogadora de vôlei e estudou piano durante dez anos. A partir de 1980, dançou, coreografou e deu aulas durante oito anos no grupo Coringa, sob a direção de Graciela Figueroa.
Em 1984, Deborah deu início ao que seria a vertente mais importante de sua carreira nos dez anos seguintes: diretora de movimento, uma expressão sugerida por Ulisses Cruz para definir seu trabalho. Como diretora de movimento, trabalhou com os principais diretores e atores do país em espetáculos como “Escola de Bufões”, de Moacyr Góes; “Macbeth”, de Ulysses Cruz, com Antônio Fagundes; “Sonhos de Uma Noite de Verão”, de Werner Herzog; “A Serpente”, de Antônio Abujamra; e “Uma Noite na Lua”, de João Falcão, com Marco Nanini.
O momento de fundar a Companhia de Dança Deborah Colker chegou em 1994, quando Monique Gardemberg assistiu a uma performance de seus alunos no Panorama da Dança RJ.
Em 2009 Deborah criou e dirigiu o espetáculo “Ovo”, do Cirque Du Soleil. 
Programação: 
19 e 20 de julho de 2013
Nó - Companhia de Dança Deborah Colker
Espetáculo estreou na Alemanha. Corpos que se aprisionam e se libertam. Violento e delicado, brusco e sensível, chocante e amoroso. 
22 e 23 de julho de 2013
Velox – Companhia de Dança Deborah Colker
O segundo espetáculo da Companhia. Vigor, vitalidade, precisão e apuro técnico. Mecânica, Cotidiano, Alpinismo, Lutas Marciais e Esportes. 
25 e 26 de julho de 2013
Tatyana - Companhia de Dança Deborah Colker
Uma das mais populares coreógrafas brasileiras de projeção internacional. Adaptação de um romance clássico do russo Alexander Púchkin. Cenário de Gringo Cardia. 

segunda-feira, 8 de julho de 2013

Palestra do psquiatra Jairo Bouer sobre sexo e drogas na juventude em Uberlândia

         No dia 25 de Junho, no Center Convention em Uberlândia, o psiquiatra Jairo Bouer ministrou uma palestra que abordou temas como sexo e as drogas na juventude. Neste evento participaram em conjunto aos professores da E.M.Dr. Gladsen Guerra de Rezende, os alunos do turno noturno (PMEA e EJA), como também estiveram presentes as bolsistas Darliene Borges e Jaryssa Bonaci.
 
 
Fotos da palestra:
 
 

































Festa Junina - Escola Municipal Doutor Gladsen Guerra de Rezende 2013

    No dia 8 de Junho de 2013, ocorreu a Festa Junina  na Escola Municipal Doutor Gladsen de Rezende. Houve brincadeira, comida, dança e diversão. Os bolsistas (Fabiana Silva Barros, Fernanda Lamares Gomes, Thais Medeiros e Vitor Augusto Gama Souza) do Pibid HCAFRO também estiveram presentes na festa e auxiliaram a pedagoga Cristiane C. de Andrade na brincadeira de Pescaria. 
 
 
 
Fotos da brincadeira "Pescaria", onde bolsistas do Pibid HCAFRO auxiliriaram:
 
 




Projeto Literafro na Escola Municipal Doutor Gladsen Guerra de Rezende ( 1º Semestre de 2013)

     

Projeto Literafro na Escola Municipal Doutor Gladsen Guerra de Rezende


      Com o intuito de abordar a História e Cultura Afro-brasileira, uma proposta de  minicurso intitulada “Literafro”, que foi  desenvolvido com os alunos de 4° e 7° anos do Ensino Fundamental da Escola Municipal Dr. Gladsen Guerra de Rezende, durante o ano de 2011.
      Foram abordadas questões relacionadas a história e cultura africanas e afro-brasileiras, pois sabemos que a leitura da literatura afro-brasileira muito pode contribuir como desenvolvimento da igualdade étnico racial em ambientes educativos. No ano de 2012 e 2013, a professora de história, Sebiana do Vale Duarte Barbosa deu continuidade ao projeto com as turmas de 7º ano.




Relato da Professora Sebiana sobre o minicurso "Literafro"

Mais que livros na mão: compromisso com a valorização da diversidade.

      Criar condições para o desenvolvimento de atitudes de  respeito à diversidade é uma das  responsabilidades de todos nós professores. Para que  nossas crianças e adolescentes aprendam a valorizar o diferente, é preciso, desde  cedo, trabalhar a questão rotineiramente e não apenas em datas comemorativas.
      Pensando nisso eu professora de História dos 7º anos, incluir atividade de leitura durante o todo  ano, (Literatura infanto-juvenil com personagens negros ). Tendo  como possibilidade real de se inserir nas crianças valorosas e justas formas de convivência com o diferente, para que cresçam adolescentes e jovens capazes de fazer a diferença  numa sociedade marcadamente preconceituosa e carente de valores éticos e morais, para  que tenhamos adultos capazes de construírem uma sociedade sustentável.
     Parabenizo todos os alunos que participaram desse projeto de leitura.
    Agradeço a bibliotecária Vilma, que muito me ajudou para que esse projeto de leitura tivesse êxito. 
                                                                                                 Sebiana do Vale Duarte Barbosa
Fotos do Minicurso "Literafro" - 1º Semestre de 2013.





































Paulo Henrique Amorim é condenado à prisão por ter ofendido jornalista da Globo






Paulo Henrique Amorim, 71, foi condenado à prisão por ter ofendido e chamado o colega de profissão, Heraldo Pereira, 51, da Globo, de "negro de alma branca".

De acordo com o jornal "Folha de São Paulo", a pena foi por crime de "injúria preconceituosa", fixada em um ano e oito meses de reclusão e substituída por pena restritiva de direito à ser definida.
O episódio aconteceu em 2009, quando Paulo publicou um texto em seu blog, no qual criticava Heraldo. Nele, disse que o jornalista era "negro de alma branca", que "não conseguiu revelar nenhum atributo para fazer tanto sucesso, além de ser negro e de origem humilde".
Como o apresentador da Record completou 71 anos em fevereiro, os desembargadores diminuíram a pena em três meses, "diante da atenuante de senilidade", prevista em lei.
Na sentença, a desembargadora Nilsoni de Freitas Custódio considerou que as declarações dadas "foram desrespeitosas e acintosas à vítima" e que "foi nítida a intenção de ofender a honra" de Pereira.
A advogada de defesa, Maria Elizabeth Queijo, disse que irá recorrer. "O Paulo exerceu o direito de crítica. Ele tem esse estilo muito contundente, irônico, cortante. Mas a história toda da vida dele é de defesa dos negros, das cotas, de políticas afirmativas. Soa estranho ser acusado dessas práticas."
Paulo Henrique Amorim, que apresenta o "Domingo Espetacular", se retratou publicamente em anúncios de jornais em 2012, por causa das declarações sobre Heraldo Pereira.


Fonte: http://br.tv.yahoo.com/blogs/notas-tv/paulo-henrique-amorim-%C3%A9-condenado-%C3%A0-pris%C3%A3o-por-140348531.html

terça-feira, 25 de junho de 2013

Fotos do lançamento do CD Dikika da banda Dikika e Apresentação do Grupo TerraCotta

Sexta feira (21/06) foi o lançamento do CD da banda DIKIKA na Oficia Cultural. Antes da apresentação da banda os presentes tiveram a oportunidade de ver a apresentação do grupo TerraCotta de Dança.

O Grupo é formado por:
Bateria: Jack Will,
Baixo: Marco Nagoa
Percussão: Fabrício
Guitarra: João Claudio (John)
Cavaquinho: Rogério Motta
Violão: Kainã
Sax Tenor: Tim Fernandes
Sax Alto: Lu Alves
Trombone: Joseny Dias
Trompete: Luiz Fernando Rodovalho
Vocais: Guimes Rodrigues Filho, Elaine Villar e Daniela Borela.

"Neste CD são cantadas afribrasilianamente as vidas de Grande Othelo, Carolina de Jesus, Lélia Gonzáles, Artur Bispo do Rosário e João Cândido. Personagens negros e negras da História do Brasil que abençoados pelos Orixás nos fazem pulsar entre a África e o Brasil através da mais antiga Ancestral da humanidade, uma menina negra encontrada no sítio arqueológico Dikika na Etiópia." 

"Este CD é uma contribuição para a implementação da lei federal 10.639/03 que obriga o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana em todos os estabelecimentos de ensino do país,públicos e privados,da Educação Infantil ao Ensino Superior.Por isso,o disco faz uma viagem ao passado africano da humanidade,a partir desse espaço Brasil. Assim,com o samba Orixás recebemos a benção que afro-afirma que é possível, a partir das reivindicações das tradições africanas na terra brasilis,retornar à Mãe África reconhecendo a trajetória de conquistas,lutas,sonhos e desejos que cunharam a palavra liberdade no corpo das mulheres  dos homens negros.Com o samba rock de Carolina,escritora negra do quarto do despejo,damos um salto incomum na adversidade das favelas no papel francês com o jazzblusadonorap sonoro dos metais cantamos Otelo Grande na lata da memória do Cinema Nacional.No ritmo da capoeira aumentamos o contingente de  resistência do Almirante Bordador,que inspirou cidadania com a revolta da chibata.Continuamos bordando no Congado o Manto de Bispo do Rosário no Rosário, um plástico negro que sabia falar com Deus mesmo estando no Xadrez.Colamos no Funk a trajetória de Lélia antropóloga blackpulsante preta e índia de Olodumaré e fizemos quase reggae na arqueologia do sítio Dikika da Etiópia onde nossa ancestral africana repousou depois de parir o Brasil e nos dar a afro-humanidade." (Encarte do CD Dikika)